Seu primeiro trabalho, “Meia palavra bas” (de Carlos Rennó, Pedro Luís e
Roberta Sá), surgiu em meio à pandemia da Covid-19 como forma de repúdio à
expensão da racionalidade bolsonarista, capciosa, negacionista, de extrema
direita. “Para bom entendedor”, diz a letra, “meia palavra bas”.
O trabalho, na
versão do grupo, faz-se uma crítica direta ao infausto (hoje ex) presidente da nação
brasileira. Já nos instantes iniciais do arranjo vocal, o nome velado de Bolsonaro
(com suas consoantes suprimidas) emerge nos fonemas da abertura como expressão mágica e simbólica de purgação, de depuração, de exorcização: A I O O A
O (jAIr bOlsOnArO).
(para uma melhor experiência sonora, use fones de ouvido)
Música de Carlos Rennó, Pedro Luis e Roberta Sá.
Arranjo vocal: Luciano Lunkes
Arranjo Instrumental: Mateus Zanolla
SOPRANOS:
Carla Krohn
Márcia Donat
Regina Schaumlöffel
ALTOS
Ana Maria R. Althoff
Ione Goetz
Mainô Prates
TENORES
José Fernando Marques
Luciano Lunkes
BAIXOS
Mateus Zanolla
Plínio Spinatto Schereschewsky
Volmir Adolfo Yung
EDIÇÃO DE ÁUDIO
Mateus Zanolla
EDIÇÃO DE VÍDEO
Luciano Lunkes
PRODUÇÃO
Luciano Lunkes
Márcia Donat
